No dia 23 de junho, a equipe GEPAR da Universidade Federal do Piauí (UFPI), sob a coordenação da Professora Elaine Ignácio e com apoio da PREXC, acompanhada por estudantes do ensino médio e professores da cidade de Bom Princípio do Piauí, embarcou em uma emocionante visita ao povoado Brejo, localizado na zona rural do município. Guiados pelo senhor Francisco de Assis e seu neto, Davi Vieira, os visitantes tiveram a oportunidade de explorar as belezas naturais deslumbrantes do extenso quintal deles.

O quintal do senhor Assis e de seu neto revelou-se uma verdadeira joia da região. Com uma mata densa, onde os galhos das árvores cobrem o chão do sol, o local é uma verdadeira reserva de fauna e flora exuberantes. Além da riqueza biológica, o povoado Brejo também guarda um importante valor histórico. Durante a visita, foram encontradas gravuras e pinturas rupestres, revelando a presença ancestral de povos que habitaram a região. Os afloramentos rochosos e nascentes d’água presentes no local acrescentam uma atmosfera de mistério e encanto, conferindo ainda mais valor à visita.
Sr. Francisco de Assis e seu neto Francisco Davi Vieira Alves:







É interessante notar que o quintal do senhor Assis e de seu neto possa estar relacionado à famosa expressão popular “boca na botija”. A imensa riqueza dessas terras reflete a importância que elas têm para a família, sendo um legado transmitido de geração em geração e preservado com muito cuidado. Essas terras representam uma conexão profunda com a natureza e a história da região, e a visita da equipe GEPAR possibilitou que essa relação fosse explorada e valorizada.
Sr. Francisco de Assis contando a história da botija para os professores Elaine Ignácio e Mainar Bezerra Cardoso:

A generosidade do senhor Assis ao nos conceder a visita para conhecer suas terras e o domínio de seu neto Davi foi inspiradora. Eles não apenas abriram as portas do seu quintal para a equipe GEPAR apreciar suas maravilhas, mas também nos proporcionaram uma oportunidade única, estabelecer uma conexão mais profunda com as pessoas presentes naquele momento e a natureza.

Essa experiência enriquecedora vai além da simples apreciação do ambiente, ressalta a importância do diálogo intergeracional e da troca de conhecimentos entre diferentes gerações. Foi um verdadeiro exemplo de como a generosidade e o compartilhamento de saberes podem fortalecer os laços comunitários e contribuir para o enriquecimento mútuo.















