Professora Elaine Ignacio participa de encontro em Rio Bonito

Coordenadora e representante do GEPAR esteve no leste Fluminense para o II Encontro de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural. 

Professora Elaine Ignacio com os palestrantes, Claudio Prado de Mello, diretor do INEPAC e organizadores do evento.

 

A cidade de Rio Bonito, no estado do Rio de Janeiro, recebeu vários profissionais atuantes na área de patrimônio artístico e cultural para a realização do “II Encontro de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Leste Fluminense e Região”. O evento, que ocorreu no teatro da CDL entre os dias 12 e 15 de junho, albergou professores, membros do clero, poder executivo e legislativo, municipais e estaduais, profissionais e estudantes da área de arquitetura, estudantes da área do turismo, historiadores, artistas, grupos de conservação e restauro, arqueólogos, museólogos e leigos.

A abertura do evento, que foi recheado de troca de conhecimentos e debates, ficou por conta de Claudio Padro de Melo, diretor geral do Instituto Estadual de Patrimônio Cultural – órgão da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro. Entre os momentos especiais que ocorreram no encontro, vale destacar a conversa com os jovens do Colégio Estadual Desembargador José Augusto Coelho da Rocha Júnior, de Rio Bonito, e a professora Vaneli Chaves, sarais no encerramento das atividades diárias e oportunidade de conhecer patrimônios histórico-culturais urbanos e rurais da cidade que sediou o evento, sendo estes, atestadamente, repertório memorial da população local.

Uma cidade que não tem cuidado com seu patrimônio histórico é uma cidade sem memória. Uma cidade sem memória não tem senso de pertencimento.

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Emocionante!

Olá, pessoal!

De vez em quando, postaremos um pequeno resumo sobre um patrimônio material ou imaterial do norte do Piauí  e de Itapipoca, no Ceará, para que possam tomar conhecimento. Mas o importante é que você interaja conosco. Tem algum patrimônio cultural que quer conhecer? Fale conosco!

Vamos inaugurar nossas postagens patrimoniais com um patrimônio material de Piripiri e um vídeo de tirar o fôlego. Confira aqui!

 

 

Acontece- Museu de Itapipoca- Ceará

Desde junho do ano passado estamos gerando, aos poucos, atividades pedagógicas no Museu de Itapipoca.

Devido a necessidade que sentimos de levarmos mais do que alegria aos alunos que conhecem o museu, pois nossa ideia é que saiam com algo a mais, uma curiosidade despertada, um gostinho de querer voltar.

Aos poucos fomos fazendo pesquisas, pensando e buscando coisas que atendessem a temática do Museu de Itapipoca, mas também, que atendesse o interesse dos visitantes. Tais como: jogos, palavras cruzadas, pinturas, quebra-cabeça e alguns brinquedos. E com estes objetos, nossa intenção foi chamar o público para participar.

O efeito foi melhor do que esperávamos. A visita ficou mais divertida, observamos em quem brincava um olhar de satisfação, além de percebermos que ficavam eufóricos e saíam conversando sobre a atividade quando se retiravam do museu.

As atividades pedagógicas têm como foco crianças de 02 a 12 anos, sendo que o público de 02 anos ainda não foi contemplado. Este é um público específico de visitantes do museu, o qual procuramos sempre atender. Geralmente chegam com as escolas ou com os pais.

As pequenas atividades pedagógicas que foram geradas, principalmente na 17ª Semana Nacional de Museus, foram joguinhos de perguntas e respostas sobre curiosidades do mundo animal, vegetal, e coisas do cotidiano, seja na escola ou em casa, ou em outros ambientes.

Também tivemos montagem de quebra-cabeças,animais da megafauna, pintura a lápis e papel específica para as crianças de 04 e 05 anos. Tudo foi um sucesso! Como prêmio pela participação e destaque, tivemos entrega de plantinhas.

Aconteceu também uma oficina muito especial sobre a boneca africana Abayomi, ministrada pela servidora pública Aurila Sousa, representante da comunidade quilombola de Nazaré, Itapipoca, Ceará.

A atividade se iniciou com a apresentação de um conto africano feito pela contadora de histórias e artista de dança Nazaré Rocha, que deixou os jovens muito encantados.  Em seguida, iniciaram a confecção da Abayomi que tem simbologia africana religiosa, feita com retalhos, nós e tiras.  A oficina aconteceu na escola Cenecista Pio XII com um grupo de adolescentes entre 08 e 14 anos.

Eveline Sonielle Sampaio Avelino
Coordenadora do Museu de Pré-História de Itapipoca  – MUPHI