QUEM SOMOS

O EPA (Grupo de Educação para o Patrimônio) e o GEPAR (Grupo de Educação para o Patrimônio e Arqueologia) tem como objetivo proporcionar a melhoria da educação aos indivíduos e das comunidades através da socialização do conhecimento histórico, artístico e científico.

I jornada de Educação Patrimonial Buriti dos LopesAqui no blog Educação Patrimonial  você vai acompanhar os relatos e registros das ações educativas patrimoniais desenvolvidas em todo o Brasil pelo EPA .

O Projeto EPA desenvolve a sensibilização do indivíduo a partir da Socialização do conhecimento do Patrimônio Histórico Cultural e Artístico, pautando-se pela formação e o direito que o indivíduo tem à memória individual e coletiva. O projeto busca desenvolver uma reflexão crítica frente à suma importância da cultura material e imaterial na conjuntura histórica (dos povos pré-letrados ou povos ágrafos, até os dias atuais), social e no fortalecimento das identidades. Nesta perspectiva, o EPA também atua construindo conhecimentos para valorização e proteção do patrimônio cultural, pois entendemos que quando os indivíduos se identificam culturalmente e conseguem desenvolver uma relação simbiótica com o patrimônio, consolidam a noção de pertencimento e a preservação se torna consequência.

Temos ciência que as discussões sobre Educação Patrimonial deixaram de ser exclusivas dos técnicos envolvidos com a salvaguarda do patrimônio histórico cultural. Hoje observamos que as comunidades tradicionais, empresas e outros setores da sociedade civil têm iniciado o reconhecimento do potencial emancipador das ações educativas com o foco no patrimônio, seja ele material ou imaterial, institucionalizado ou não. Portanto, a NOSSA MISSÃO é articular a educação, com os processos de formação dos indivíduos como cidadãos envolvendo campos diferenciados, como a escola, a universidade, o museu, as associações, com a comunidade.

O embrião do Projeto EPA, iniciou-se em 2012, como Projeto de Extensão na Universidade Federal do Piauí – UFPI, coordenado desde então pela Prof.ª Elaine Ignacio, em Teresina, capital do Piauí e em Pedro II no interior do estado. Atualmente, já estamos consolidados com parcerias e estratégias de continuidade. Um dos braços do projeto se configurou como Grupo de Educação Patrimonial e Arqueologia – GEPAR em Buriti dos Lopes, com pesquisas no norte do Piauí e com integrantes de Pedro II, Piripiri, Parnaíba e Buriti dos Lopes, assim como parceiros, IFPI, em Pedro II; Academia Buritiense de Artes Ciências e Cultura – ABACC – Arnaldo Escórcio Athayde, Secretaria de Educação e Assentamento Rural Josué de Castro – Fazenda Tinguis, em Buriti dos Lopes; a UNESPI
(curso de história), em Piripiri ; a FID, em Parnaíba e o IPHAN do Piauí. Fora do Piauí, há a parceria com a Secretaria de Educação e o Museu de Pré história de Itapipoca – CE e os Organizadores do Encontro de Preservação Patrimonial de Cantagalo – RJ

MEMBROS

Coordenadora Geral – Elaine Ignacio

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Elaine Ignacio nasceu na cidade de Birigui, em São Paulo, e, atualmente, se divide entre Rio de Janeiro e Teresina, onde leciona arqueologia na Universidade Federal do Piauí e é coordenadora geral do projeto GEPAR, voltado para a socialização do conhecimento do patrimônio cultural, material e imaterial com foco na arqueologia. Sempre atuante em atividades sociais, já esteve à frente de diversos projetos e conta com passagem pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

Mestre em arqueologia pré-histórica e arte rupestre e com graduações nos cursos de arquitetura e urbanismo, além de especialização em design, tem forte laço com a arte, tendo atuado como figurinista, cenógrafa, produtora e organizadora em espetáculos e eventos culturais. Como hobby, diverte-se com música praticando um de seus dons: o canto lírico, talento que já lhe fez integrar corais como soprano dramático.

Além de escritora, Elaine é professora em universidades federais desde 2004 e cursa doutorado em patrimônio com dupla diplomação pela Universidade de Extremadura, na Espanha, e pela Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Erasmo Marcio Falcão

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Nascido em Parnaíba, no Piauí, o admirador das artes Erasmo é professor de inglês graduado pela Universidade Estadual do Piauí, artes visuais pela Universidade Federal do Piauí, professor de música e xadrez.

Atualmente, trabalhando para as prefeituras de Caraúbas do Piauí e Buriti dos Lopes, leciona voluntariamente e é diretor de patrimônio da APAE de Buriti dos Lopes. É presidente da Academia Buritiense de Artes Ciências e Cultura – ABACC Arnaldo Escórcio Athayde. Presidente do Clube Parnaibano de Xadrez Raul Bacellar e árbitro/organizador de torneios e campeonatos de xadrez pela Federação Piauiense de Xadrez. Estuda e desenvolve pesquisas nas áreas de educação patrimonial e arqueologia na região norte do estado do Piauí, onde atua como coordenador do GEPAR.

 

Eveline Sonielle Sampaio Avelino

Formada em Pedagogia com Licenciatura Plena pela Universidade Estadual do Ceará – UECE. 2009. Especialista em Psicopedagogia pelo Centro Universitário Christus – UNICHRISTUS. 2013. Participa do Grupo de Estudo sobre Investigação em Arte, Ensino e História – IARTEH coordenado pelo professor José Álbio Sales e Ana Cristina de Moraes da Universidade Estadual do Ceará – UECE. 2015 – Professora responsável pela Monitoria de Iniciação Científica em Arqueologia e Educação Patrimonial em 2019. Coordenadora pedagógica do Museu de Pré-História de Itapipoca – MUPHI. 2016 até a presente data.

Mestre Calixto

O “Guardião da Memória” de Buriti dos Lopes. Denominação dada a Neném Calixto pelo ex-secretário de cultura de Parnaíba, buritiense, Helder Souza, quando do lançamento do livro de poesias Buriti dos Lopes Porta Sagradas dos Laivos Heróis em Agosto de 2017. Escreve, além de belas poesias, relatos de histórias ouvidas dos moradores mais antigos, cordel, lendas e causos, homenagens, discursos, compõe hinos, músicas populares e é um exímio leitor de documentos manuscritos.

Neném Calixto mantém uma vida social ativa e participativa na sociedade buritiense, foi sócio fundador e primeiro presidente da Associação de Desenvolvimento Comunitário dos Produtores da Lagoa do Buriti – ADECPROLAB, sócio da Colônia de Pescadores Z4 de Buriti dos Lopes, sócio membro do Conselho Fiscal do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Buriti dos Lopes, sócio fundador e membro do Conselho Administrativo da Cooperativa Agropecuária de Buriti dos Lopes, sócio fundador do Instituto de História, Artes e Letras de Buriti dos Lopes – IHAL, sócio fundador da Academia Buritiense de Artes, Ciências e Cultura Arnaldo Escórcio Athayde – ABACC, membro da Comissão Municipal da Defesa Civil, integrante da Comissão Municipal de Geografia e Estatística – CMGE de Buriti dos Lopes e Ministro de Comunhão da Igreja Católica da Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios com três provisões assim como também participou de vários movimentos de luta de classes em nome dos direitos da sociedade.

Recentemente participou do Curso de Capacitação em Educação Patrimonial EPA – Buriti dos Lopes, Cultura e Patrimônio (1ª Etapa) realizado pela Professora da Universidade Federal do Piauí Prof.ª M. ª Elaine Ignacio, arqueóloga, arquiteta e designer. Faz parte do Grupo de Prospecção do Norte do Piauí, equipe de pesquisadores orientados pela M.ª Elaine Ignacio com o objetivo de identificar e registrar os Sítios Arqueológicos de Arte Rupestre da região Norte do Estado do Piauí. Atualmente é Orientador Patrimonial da Secretaria Municipal de Cultura de Buriti dos Lopes.

Raimundo Nonato Carvalho Silva- Di Carvalhe

O artista Raimundo Nonato Carvalho Silva já aos 8 anos de idade mostrou sua visão artística montando a miniatura de um Petromax (lampião a querosene) com tampinhas de garrafa.  A impressionar assim, familiares e vizinhos com sua desenvoltura e aptidão artística.

Assim como todo brasileiro, desde pequeno, por iniciativa própria começou a gostar de música e de esportes, confeccionava violões de latinha de doce com talos de carnaúba, bolinhas de saco ou bolinhas de meia, ainda muito jovem já demonstrava aspecto de liderança entre os irmãos e primos. Na sua juventude aprendeu com o seu pai a trabalhar com argila na fabricação de telhas e tijolos, descobriu que poderia então fazer com a argila outras modelagens, além de telha, tijolo e, uma das primeiras peças de modelagem criadas por ele foi o protótipo de uma guitarra. A obra que lhe abriu o caminho para o mundo artístico, a qual ele presenteou um primo seminarista, este que lhe deu o nome artístico de “Di Carvalhe”.

Durante algum tempo, criou peças de utensílios de casa, cozinha e brinquedos. Depois do trabalho com argila, Di Carvalhe começou a talhar e esculpir em madeira, fez vários trabalhos em talha e brinquedos. Certo tempo depois, por conta de uma vida em situação de risco social, observando um artista escultor profissional trabalhando na reconstrução do altar da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, começou a trabalhar com massa de cimento devido o baixo custo da matéria prima e matérias recicláveis, fazendo os trabalhos que já sabia fazer e acrescentando, por orientação daquele artista profissional, placas, molduras e painéis de tamanho grande em paredes.

Di Carvalhe, é membro da Academia Buritiense de Artes Ciência e Cultura – ABACC Arnaldo Escórcio Atahyde, já realizou duas exposições arte independentes, uma destas em colaboração com o artista “erasmudoporto” intitulada I Sarau Artístico Di Carvalhe/erasmudoporto, ministrou dois cursos de escultura e modelagem para a ABACC e novamente com “erasmudoporto” fizeram o II Sarau Artístico Di Carvalhe/erasmudoporto para o fim de 2017. O artista tem como projeto futuro, transformar sua Casa-Obra em um museu ao céu aberto da cidade de Buriti dos Lopes, onde crianças, jovens, estudantes, pesquisadores e comunidade em geral possa visitar e passar momentos de contato com a arte… consolidando assim sua obra como um patrimônio da cidade.

Francisco Júnior

Graduado e Mestre em Arqueologia pela Universidade Federal do Piauí, Júnior desenvolveu atividades extensivas em projetos de Educação Patrimonial (2012/2013) e integrou equipe de pesquisa na área de Arqueologia Urbana/Histórica (2013/2014). Desde 2014, realiza pesquisas arqueológicas no litoral do Piauí com ênfase na investigação dos processos histórico de ocupação indígena na porção litorânea piauiense. Atua como Indigenista especializado pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI), desenvolvendo trabalhos relacionados à gestão territorial e ambiental de terras indígenas.

Max Ronny Marques

Atuante como supervisor pedagógico no estado do Piauí e professor de História na rede municipal de ensino de Buriti dos Lopes – PI, Max Ronny é membro do GEPAR desde 2017, onde desenvolve trabalhos de pesquisa voltados para as áreas de História, Arqueologia e Educação Patrimonial na região norte piauiense.
Em seu currículo acadêmico, Max conta com graduação nas faculdades de Pedagogia (FAP – 2009), Sociologia (UFPI – 2015) e História (UESPI – 2015), além de possuir pós-graduação em Psicopedagogia Institucional e Clinica (INTA – 2011), Ensino de Filosofia (UFSCAR – 2015), Coordenação Pedagógica (UFPI – 2015) e cursar pós em História, Arqueologia e Museus (FID).

Almir Orsano dos Santos

Acadêmico do curso de Letras (Português) pela UESPI – Universidadde estadual do Piauí e discente do curso de Ciências Biológicas pelo IFPI – Instituto Federal do Piauí, trabalha como técnico em informática para internet pelo Instituto Federal do Piauí. Dentre suas experiências, tem habilidade na área de design gráfico, filmagem e edição de vídeos, manutenção em computadores e Informática com ênfase em software e hardware.

 

 

Adriana Tenório Barros

Natural de Parnaíba, no Piauí, é especialista em História, Arqueologia e Museus pela Faculdade Internacional do Delta e especialista em Docência do Ensino Superior pelo Instituto Pró Minas. Possui graduação em Licenciatura em História pela FID.

Dentre seus encargos, destacam-se os seguintes: monitora em Geografia Humana, Estágio Supervisionado II: Prática Docente I, Religiões e Cultura Afro-descendentes e em Economia Política; professora do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC), na modalidade Médio Tec Curso de Museologia; professora de Cursos Profissionalizantes Impacto Cursos na UFPI; professora particular de reforço escolar polivalente; organizadora da “I Mostra de História, Arqueologia e Museus”.

Desde fevereiro de 2014, atual como educadora e seu trabalho de maior influência é a monografia intitulada “A HISTÓRIA DO DESENVOLVIMENTO DO BAIRRO PIAUÍ ENTRE OS ANOS DE 1970 a 1992″, defendida no ano de 2015, com a linha de pesquisa “memórias, museus e patrimônio”.

Antônio Fabrício de A. Sousa

Natural da cidade de Parnaíba, no estado do Piauí, Antônio Fabrício é especialista em História, Arqueologia e Museus pela Faculdade Internacional do Delta. Possui graduação em Licenciatura em História também pela FID.

Organizador da “I Mostra de História, Arqueologia e Museus”, atualmente trabalha como professor de cursos profissionalizantes e é vistoriador de imóveis. Tem destaque com seu trabalho monográfico intitulado “O PROGRESSO NOS TRILHOS: Cotidiano dos operários da ferrovia de Parnaíba na década de 1960”. Linha de pesquisa: história, arqueologia, museus e patrimônio.

 


Rodolfo de Souza Pereira

Natural do município de Piripiri, no Piauí, é graduado em história pela Universidade Estadual do Piauí e especialista em história, arqueologia e museu pela Faculdade Internacional do Delta.

Estudou a disciplina “Organização Social e Parentesco” como aluno especial no curso de mestrado em antropologia pela Universidade Federal do Piauí e é membro dos seguintes núcleos: Estudos Afro-brasileiro e Indígena (NEABI-IFPI/Piripiri); Estudos e Pesquisas em História, Cultura e Sociedade (NEPIH/Piripiri).

Além de coordenar o GEPAR em seu município de origem, Rodolfo participou como organizador da “I Mostra de História, Arqueologia e Museus” no Colégio CEC, em Parnaíba-PI, e organizador do “I Encontro de História, Cultura e Patrimônio: Construindo novos olhares sobre Piripiri e região”.

Mauro Sousa

PERFIL MAURO JUNIORLicenciado em pedagogia e em história pela Universidade Estadual do Piauí, com experiência nas séries iniciais e finais do Ensino Fundamental, Mauro é Mestre em arqueologia pela Universidade Federal do Piauí, com experiência docente no Ensino Superior. Ainda, tem experiência na área de docência em História no Ensino Médio, além de ser escritor e pesquisador.